DOENÇA DE
ALZHEIMER
O
que é a doença de Alzheimer?
A doença de Alzheimer é a mais
comum das chamadas demências degenerativas, ou seja, doenças
progressivas que são caracterizadas por dificuldade de memória
(prejuízo da capacidade de aprender novas informações
ou de recordar informações anteriormente aprendidas),
associada a diversos déficits cognitivos (ver adiante), os
quais levam ao comprometimento das funções sociais e
funcionais do indivíduo. As alterações cognitivas
podem se manifestar na forma de afasia (dificuldade ou incapacidade
para falar ou para compreender o que é falado, escrito ou gesticulado),
apraxia (ou seja, comprometimento na capacidade de executar determinadas
movimentos voluntários e propositados, apesar de não
haver alteração de força, sensibilidade ou de
compreensão para realização das mesmas), agnosia
(incapacidade de reconhecer e de identificar objetos e de saber para
que servem, apesar das funções sensitivas intactas)
e comprometimento das funções executivas, como planejamento,
organização e elaboração de pensamentos
abstratos.
Alterações de personalidade e de
afeto estão freqüentemente associadas a estes sintomas.
No entanto, o nível de consciência permanece preservado
até estágios mais avançados da doença.
Todas as pessoas com dificuldade de memória
têm demência?
Elas irão desenvolver a doença de Alzheimer?
Não.
Para que se estabeleça o diagnóstico de demência
é necessário que o déficit de memória
seja suficientemente importante para interferir com as capacidades
funcionais do indivíduo. A doença pode ser difícil
de diagnosticar em pessoas idosas, nas quais dificuldade de memória
é comum - é necessário acompanhamento para que
se determine a deterioração das capacidades funcionais.
Muitas vezes, o próprio paciente com demência é
incapaz de perceber adequadamente as suas habilidades cognitivas -
ele/ela não se queixa da dificuldade de memória, sendo
necessárias informações complementares dos familiares
próximos. Estudos demonstram que queixas de memória
da maioria das pessoas não se correlacionam adequadamente com
seus níveis funcionais e não são preditivos do
desenvolvimento de demência. As queixas de dificuldade de memória
e de "esquecimentos" em pessoas muito preocupados são geralmente
relacionadas com traços de personalidade do indivíduo
ou com depressão. O relato de um familiar ou do companheiro/a
de que o indivíduo com queixa de memória é capaz
de realizar as suas funções com a mesma habilidade anterior
auxilia na identificação de idosos não demenciados,
enquanto que a observação pelo familiar de comprometimento,
ainda que leve, da capacidade funcional devido a alterações
cognitivas é um indicador sensível de futuro desenvolvimento
de demência.
Doença de Alzheimer
e demência são sinônimos?
Não. O termo "demência" é
usado para descrever uma síndrome (ou seja, um conjunto de
sinais e de sintomas), a qual é caracterizada por perda progressiva
das funções intelectuais adquiridas, como, por exemplo,
memória, linguagem, capacidade de pensamento abstrato, decorrente
de uma série de patologias distintas. Estima-se que de 50 a
80% dos casos de demência sejam devidos a à doença
de Alzheimer. Além desta, outras patologias podem levar a demência,
como demência fronto-temporal (a qual inclui a esclerose lateral
amiotrófica com demência), demência com corpos
de Lewy, doença de Pick, doenças vasculares, hidrocefalia,
traumatismos cranianos, doenças infecciosas (como, por exemplo,
doença de Whipple, sífilis e AIDS), doença de
Parkinson, doenças degenerativas do sistema nervoso central
(tais como doença de Huntingdon, paralisia supranuclear progressiva,
degeneração nigro-estriatal, degeneração
espinocerebelar, doença de Hallervorden-Spatz, leucodistrofias),
doença de Creutzfeld-Jakob, esclerose múltipla, neoplasias,
doenças endócrinas (como hipotireioidismo, hipercalcemia
e hipoglicemia), doenças imunológicas (lúpus
eritematoso sistêmico e outras vasculites), deficiências
nutricionais (carência de tiamina, niacina e vitamina B12),
uso crônico de álcool ou de outras drogas, insuficiência
renal e hepática e a síndrome demencial associada a
depressão. Cada uma destas patologias tem suas peculiaridades,
sinais e sintomas distintos, que permitem ao médico diferenciar
uma da outra. Da mesma forma, elas têm evoluções
e tratamentos também diferentes, motivo pelo qual é
tão importante que se estabeleça o diagnóstico
correto, permitindo melhor prognóstico do paciente. Algumas
destas doenças são facilmente excluídas pelos
dados da história, da evolução ou do exame físico;
para outras, no entanto, são necessários exames adicionais.
A seleção destes deve ser individualizada de acordo
com o caso - ver mais adiante.
Quais
as pessoas que têm maior risco para desenvolver a doença
de Alzheimer?
Com base em
estudos populacionais, determinam-se quais os grupos de maior risco
para desenvolver uma doença. Em relação da doença
de Alzheimer, sabe-se que não existe uma causa única,
sendo possivelmente decorrente de uma combinação de
diferentes fatores. Embora a doença de Alzheimer já
tenha sido comprovada em adultos de todas as faixas etárias
(o paciente mais jovem já identificado teve início dos
sintomas aos 26 anos), sabe-se que é mais freqüente acima
dos 60 anos. A idade é, de fato, o principal fator de risco
para doença de Alzheimer. Pessoas com síndrome de Down
têm maior risco de apresenta alterações neuropatológicas
sugestivas da doença de Alzheimer após os 40 anos, porém
nem todas desenvolvem demência. Alguns estudos mostram que familiares
de pessoas com síndrome de Down têm risco de 2 a 3 vezes
maior do que a população geral de desenvolver doença
de Alzheimer. Na literatura médica existe um predomínio
de casos no sexo feminino, embora acredite-se que isto seja um artefato,
uma vez que as mulheres têm maior expectativa de vida do que
os homens. A doença de Alzheimer tem ocorrência familiar
em alguns casos, que representam menos de 1% do total dos pacientes
- na prática clínica é muito raro que se obtenha
história familiar positiva. Outros fatores de risco supostos,
como nível de escolaridade, idade materna ao nascimento, doenças
de tireóide, depressão, uso de álcool, tabagismo,
não foram adequadamente comprovados. Há evidências
em um estudo isolado de que o uso de reposição de estrógeno
em mulheres pós-menopausa reduza o risco de doença de
Alzheimer em 50% dos casos - este dado precisa ser melhor estudado
no futuro.
Eu
tenho um familiar com doença de Alzheimer.
Como posso saber se eu também vou desenvolver a doença?
Não
existe nenhum teste, tanto exame físico como exame de laboratório,
que seja capaz, nos dias de hoje, de prever qual pessoa irá
desenvolver a doença. Portanto, não se recomenda que
os familiares de pessoas com doença de Alzheimer percam tempo
ou dinheiro fazendo consultas com especialista e exames, desde que
não tenham sintomas sugestivos da doença. Atualmente,
investiga-se o papel do gene Apo?4 na fisiopatologia da doença
- o qual seria um possível marcador da doença de Alzheimer.
Acredita-se que este gene seja o segundo principal fator de risco
para desenvolver a doença de Alzheimer, depois da idade avançada.
Mesmo nos países nos quais já se pode detectar este
gene, um exame positivo não é possível prever
quais as pessoas que vão desenvolver a doença. O fato
de uma pessoa ter o gene Apo?4 indica que ela tem maior risco de ter
a doença - simplesmente isto. Ainda assim, existem várias
pessoas portadoras deste gene que, mesmo tendo vivido até idades
avançadas, nunca desenvolveram qualquer sinal ou sintoma da
doença de Alzheimer.
Como a doença
de Alzheimer se manifesta?
Na maioria
dos casos, a evolução das manifestações
é tão lento que nem o paciente, nem seus familiares
são capazes de precisar o momento do início da doença.
Em alguns casos, o início dos sintomas é mais agudo
e a pessoa apresenta confusão súbita associada a doença
febril, cirurgia, trauma craniano leve ou início da medicação.
No entanto, na maioria dos casos, o principal sintoma é a dificuldade
de memória ("esquecimento") que apresenta piora gradual. Pequenos
acontecimentos do dia-a-dia, nomes de pessoas e números de
telefone não são lembrados. Nomes de objetos raramente
usados são facilmente esquecidos. Compromissos são esquecidos
e objetos, perdidos. Por outro lado, memória para eventos remotos
(fatos ocorridos há anos) e para alguns dados previamente aprendidos
persiste relativamente intacta em fases mais precoces. Existe a tendência
de a pessoa repetir as mesmas perguntas diversas vezes, esquecendo-se
de assuntos recentemente discutidos. De início, estas manifestações
podem parecer insignificantes, mas tornam-se mais evidentes com a
progressão da doença. A dificuldade de encontrar palavras
no meio de uma frase geralmente acompanha o início dos "esquecimentos".
Junto com a dificuldade de linguagem, há prejuízo da
compreensão da linguagem escrita, também em estágios
precoces. A evolução mais característica da doença
de Alzheimer é geralmente gradual é progressiva, com
períodos de estabilidade ocasionais. Uma vez que a dificuldade
de memória tenha se tornado bem evidente, outros déficits
cognitivos começam a ocorrer. A fala geralmente é pausada,
com diversas interrupções, associadas à dificuldade
de achar as palavras certas. Em fases mais avançadas da doença,
o paciente é praticamente incapaz de se comunicar. A mesma
dificuldade é encontrada na escrita. O vocabulário passa
a ficar cada vez mais restrito. A compreensão da linguagem
falada parece ser bem preservada de início, até que
se observa que o indivíduo não é mais capaz de
realizar tarefas mais complexas, se requisitado. De início
praticamente imperceptíveis, estas alterações
de linguagem tornam-se progressivamente mais evidentes. Em estágios
mais avançados, há dificuldade de falar frases completas;
a dificuldade de encontrar palavras requer uma busca contínua
e tudo o que é dito ou escrito não é completamente
compreendido. Existe a tendência de o indivíduo repetir
a pergunta antes de respondê-la. Em estágios ainda mais
avançados, o paciente pode repetir cada frase que ouve - fenômeno
chamado de ecolalia. Acompanhando as dificuldades de linguagem, o
paciente também apresenta deterioração semelhante
de capacidade de cálculo, inicialmente com dificuldade com
troco e com saldo bancário, trocas de preços de produtos
e de cédulas e moedas, com progressão para total incapacidade
de fazer cálculos simples (chamado de acalculia). Além
disto, desenvolve-se desorientação espacial, com dificuldade
de condução de veículos, de vestir-se apropriadamente
(especialmente os braços de casacos) e, finalmente, de orientar-se
para voltar para a sua própria casa. É comum de ocorrer
que o paciente se perca em ambientes familiares, como o bairro em
que mora a muitos anos. Em estágios bem avançados, há
dificuldade de usar objetos do dia a dia, como talheres, maçaneta
de portas, barbeador. Com a progressão da doença, o
paciente passa a ter dificuldade em manter cuidados com a própria
higiene, devido à incapacidade de executar os atos motores
envolvidos. Depressão faz parte do quadro em até 25%
dos pacientes. Em fases mais avançadas, pode haver alucinações
visuais ou auditivas e comportamento agitado. Insônia também
faz parte do quadro inicial da doença de Alzheimer. Alguns
pacientes têm dificuldade para caminhar, com passos pequenos
e inseguros. Pode haver tremor e rigidez dos membros, semelhante aos
que ocorrem na doença de Parkinson. Nas fases finais da doença,
a pessoa encontra-se incapaz de andar, não se comunica mais,
com incontinência fecal e urinária (perde fezes e urina
nas próprias roupas), restrito ao leito. Nestes casos, há
risco de pneumonia, especialmente por aspiração de alimentos,
desnutrição e de desenvolver escaras de decúbito
(lesões que ocorrem nos pontos de apoio do corpo na cama, as
quais podem infectar). Estima-se que o tempo de evolução
médio da doença de Alzheimer seja de 5 a 10 anos.
Qual
a freqüência da doença de Alzheimer?
A proporção
de pessoas com doença de Alzheimer aumenta com a idade, especialmente
após os 65 anos. Estima-se, nos Estados Unidos e na Europa,
que cerca de 5 a 10% das pessoas com 65 anos têm doença
de Alzheimer, sendo que este número aumenta para 30 a 40% na
população com 85 anos ou mais. Nos países desenvolvidos,
a doença de Alzheimer é, hoje, a 4a causa de morte.
Que
exames são necessários para diagnosticar a doença
de Alzheimer?
O diagnóstico
de demência é estabelecido com base nos dados da história
do paciente (preferentemente com auxílio de familiares ou do
companheiro) e do exame físico, apoiados em exames complementares.
De fato, um dos passos mais importantes na avaliação
de pacientes com demência (não somente doença
de Alzheimer, portanto) é a realização de exames
para se excluir uma causa tratável, como hipotireoidismo, sífilis
e outras. Obviamente, como já foi citado acima, os exames devem
ser selecionados de acordo com a experiência do médico,
baseados nos dados da história e do exame físico de
cada paciente. Exames que podem ser realizados na avaliação
de pacientes com suspeita de doença de Alzheimer são:
hemograma, testes de função renal, hepática e
de tireóide, VDRL, ELISA anti-HIV, dosagem de vitamina B12,
exame de urina, eletroencefalograma, tomografia computadorizada de
encéfalo e/ou ressonância nuclear magnética de
encéfalo, exame de líquido cefalorraquidiano e SPECT/PET.
A associação do quadro clínico do paciente com
os exames complementares permite um alto índice de acurácia
diagnóstica. Em alguns casos, o diagnóstico só
pode ser determinado com base em achados patológicos, sendo
necessária a realização de biópsia cerebral
(ou no diagnóstico post-mortem, na autópsia). Por ser
um método muito invasivo, a biópsia de cérebro
é usada para casos selecionados.
Existe
tratamento para a doença de Alzheimer?
Sim,
existe tratamento para os sintomas da doença de Alzheimer,
mas não existe cura ou prevenção para a mesma.
As medicações atualmente disponíveis no mercado
auxiliam a aliviar alguns dos sintomas da doença, especialmente,
agitação, depressão, alucinações
e insônia. Existem evidências de que alguns das medicações
mais recentemente introduzidas no mercado brasileiro são capazes
de melhorar a memória e a capacidade de concentração
e também de retardar a progressão da doença.
Ainda assim, não são capazes de curar o paciente. Estas
drogas agem inibindo a destruição da acetilcolina -
um neurotransmissor que está reduzido nas pessoas com doença
de Alzheimer e que está envolvido em processos de memória.
São as únicas aprovadas até 2000 pelo FDA (Food
and Drug Administration - órgão norte-americano responsável
pelo controle de drogas) no tratamento da doença de Alzheimer.
Os pacientes tratados com os chamados inibidores da colinesterase
(enzima que destrói a acetilcolina) apresentam menos sintomas
comportamentais, como apatia, agitação, perda de iniciativa,
alucinações e irritabilidade. Parece também haver
estabilização na capacidade de realizar atividades do
dia-a-dia. Ainda assim, o grau de benefício obtido com estas
é considerado modesto, na maioria dos estudos. Não há
estudo comparativo entre elas até o momento, na tentativa de
evidenciar qual o mais eficaz dos agentes deste grupo. Também
tem sido feitas tentativas com vitamina E (alfa-tocoferol) em altas
doses e com selegilina para evitar o estresse oxidativo, conseguindo-se
reduzir ligeiramente a progressão da doença.
Além do tratamento com medicamentos, é
de fundamental importância dar suporte adequado ao paciente.
Neste aspecto, os familiares e amigos da pessoa com doença
de Alzheimer devem ser cuidadosamente auxiliados e acompanhados, para
facilitar os cuidados. Recomenda-se que o paciente seja sempre mantido
em um ambiente familiar e seguro. Deve-se avaliar os potenciais perigos
de uma casa para uma pessoa confusa e agitada - como degraus e escadas,
desníveis do chão, maçanetas de portas, quinas
de móveis, tapetes soltos no chão, entre outros. Eletrodomésticos
e fogão devem ser mantidos desligados (e o registro do gás,
desligado) quando não usados. O acesso do paciente a determinados
locais da casa deve ser restrito, especialmente a cozinha e pátios
com piscina. Durante a noite, deve-se manter o ambiente parcialmente
iluminado, permitindo que o paciente se localize caso acorde. A pessoa
deve ser orientada a não dirigir automóveis, mesmo nos
estágios mais iniciais da doença. Pacientes com doença
de Alzheimer têm especial dificuldade de se adaptar a mudanças.
Neste sentido, é útil manter uma agenda diária
de atividades regulares, a qual pode e deve incluir atividades físicas,
na medida da capacidade da pessoa (andar é uma excelente atividade
física, desde que acompanhado, para evitar que se perca!).
Em estágios iniciais da doença, em pessoas que gostem
de caminhar sozinhas, é sempre recomendável que se deixe
uma etiqueta de identificação com nome e endereço,
que permitam que pessoas a ajudem a encontrar seu caminho para casa,
caso se perca. Para pacientes em estágios mais avançados,
sempre é recomendável que sejam acompanhadas de outras
pessoas. A orientação de um terapeuta ocupacional é
de fundamental ajuda no sentido de procurar atividades do dia-a-dia
que possam ser desenvolvidas pelo paciente, de acordo com cada etapa
da evolução da sua doença. Da mesma forma, o
ambiente deve ser mantido sem muitas modificações. Quando
a pessoa muda de ambiente, é comum de ficar agitada, ansiosa
e com insônia. Sempre que os familiares fizerem qualquer viagem
com o paciente, é recomendável que levem consigo objetos
que lhe sejam familiares e mantenham-nos à vista. As refeições
devem ser sempre realizadas com toda a família, pois são
um momento importante para a socialização, além
de permitir que se verifique a alimentação do paciente.
Deve-se permitir sempre que o paciente se vista sozinho, auxiliando-o
com a escolha das roupas. Pode-se deixar as roupas a serem vestidas
sobre a cama. Quando houver maior dificuldade em vestir-se, pode-se
dar uma peça de roupa de cada vez, dando o tempo necessário
para que o paciente se vista. A pessoa com doença de Alzheimer
deve ser estimulada a manter o máximo de atividades independentes
dos familiares, impedindo que fique acomodado.
Para maiores
informações a respeito da doença de Alzheimer,
na Internet:
Existe um grande número
de sites sobre a doença de Alzheimer atualmente, na sua maioria
voltados para familiares e amigos dos portadores da doença.
É muito importante que pessoas envolvidas com pacientes com
doença de Alzheimer mantenham-se bem informadas sobre a mesma,
facilitando o tratamento e os cuidados. Abaixo estão relacionados
alguns deles:
www.psiqweb.med.br/geriat/alzh.html
- Site de psiquiatria geriátrica com artigo extenso e com boas
informações sobre a doença de Alzheimer, além
de dados sobre outros tipos de demência do idoso.
www.alz.org - Site
da Alzheimer Association, associação americana de Alzheimer,
em inglês.
www.alzheimers.org.uk
- Site da Alzheimer´s Disease Society - sociedade britânica
da Doença de Alzheimer - com muitas informações
e novidades sobre a doença e tratamentos recentes; em inglês.
www.j-alz.com - Site
do Journal of Alzheimer´s Disease, em inglês, mais direcionado
ao público médico, traz artigos sobre a doença.
Dr. Fernando Gustavo Stelzer
Neurologista e Neurofisiologista Clínico - CRM 25.831
Rua 1º de março, 474, sala 902, centro, São Leopoldo,
RS.
Fone: (51) 3590.2446
*
Matéria
publicada neste site: 01.03.2002
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