Classic Life Terapias Ed. 03 - Mar/Abr/2002
 

    

Terapia Holística Vibracional


Uma nova Terapia, de uma nova Era para um novo ser humano


O Holismo é uma teoria que vê o homem como um todo indivisível, impossível de ser explicado como se seus componentes psicofísicos pudessem existir separadamente. A medicina Holística é, assim, a antítese do modelo biomédico, mecanicista, que se concentra no estudo isolado das partes da “máquina” humana e dos processos químicos específicos que a fazem funcionar. A medicina holística aporta padrões dinâmicos imateriais, cosmovisão que nos permite entender as energias sutis, regidas por leis cósmicas, da qual todos os seres vivos fazem parte; portanto, as leis que regem as galáxias, os sistemas solares e planetas, regem, também os átomos, as células, glândulas e órgãos do corpo humano e de todos os seres vivos. Somos um microcosmo dentro de um macrocosmo e pelas mesmas leis somos regidos.

Energia Cósmica é o elo de ligação (macrocosmo/microcosmo) que permite o fluxo de energia vital, como uma rede que permeia, molda e vitaliza o corpo físico, transmitindo os impulsos e as correntes vitais através do sistema glandular. O ser vivo não seria capaz de se mover, de se organizar nem agir se não estivesse permeando por este princípio vital e sutil, que atua sobre ele de forma contínua. E essa energia que mantém as coisas em ordem, estabelece a função das formas e as perpetúa, dando a proporção de cada ser: Humano, animal, vegetal e mineral.
De todos os seres vivos o corpo físico do homem é o conjunto mais bem estruturado que se conhece. O ser humano, porém dentre todos os reinos se destaca pela existência do livre-arbítrio, condição que lhe permite pensar e agir livremente, ou faculdade de eleger por si próprio, a ação e praticar. Por essa faculdade o ser humano se julgou inatingível, desconheceu as leis cósmicas e se afastou de sua essência; mergulhou em desatinos contrários às leis organizadoras e evolutivas gerando às leis cármicas, perdeu o elo de ligação (macrocosmo/microcosmo) desequilibrou o GNA (genes energéticos imateriais) disfuncionando os corpos energéticos (emocional, mental, espiritual e astral) com isso interrompeu o fluxo da energia vital, fragilizando o sistema glandular que perdeu a capacidade de criar anticorpos e expondo o organismo às doenças. No século V, antes de Cristo, Hipócrates (filósofo grego) já dizia que as raízes da medicina se assentavam na filosofia da natureza e seu sistema teórico partia de uma visão holística, que entendia o homem como um ser dotado de corpo e espírito. Já o modelo biomédico atual se baseia no paradigma newtoniano/cartesiano do século XVII, que concebeu o universo como um imenso mecanismo de relógio, possível de ser compreendido à partir do estudo de suas partes. Esse paradigma é a base de todos os sistemas conceituais nos diversos ramos da ciência. Na medicina, a aplicação do paradigma mecanicista deu ênfase ao estudo isolado de órgãos e tecidos, consistindo, bàsicamente de que o corpo é uma máquina, a doença é conseqüência de uma avaria em alguma de suas peças e a tarefa do médico é consertá-la. Que pena que seja assim, e que a medicina científica, apesar das inúmeras teorias e avanços tecnológicos, ainda ignora as verdadeiras e mais íntimas causas dos males que afligem o ser humano. Não há o que contestar.

Temos na medicina atual o especialista em cada área: neurologista, cardiologista, pneumologista, gastroenterologista, urologista, ortopedista, ginecologista, oncologista, dermatologista, etc. para citar alguns. A medicina atual administra sintomas sem o objetivo de curar, transformou a arte médica (exercício da medicina) de sacerdócio para profissão, cujo interesse não é curar mas manter as doenças sob o controle de remédios, o “Big Business”. A medicina atual está repleta de paradoxos, conforme pesquisas, 85% dos exames solicitados pelos médicos apresentam resultados negativos e 90% dos diagnósticos se resumem nas siglas NDN (nada digno de nota) ou DNV (distúrbio neurovegetativo) mesmo assim, a maioria dos pacientes volta para casa com uma receita de medicamentos, cujo uso pode ser o ponto de partida para “doenças iatrogênicas” aquelas que são causadas por tratamentos médicos inadequados e medicação exagerada.
Para qualquer inflamação, em qualquer parte do sistema, a medicina recomenda o uso de antibióticos, como o próprio nome diz – contra a vida – pois, seu uso desencadeia um processo de autodestruição, onde o organismo começa a perder vitalidade; os antibióticos retiram do organismo, vitaminas, sais minerais e cálcio, indispensáveis à manutenção da saúde e do crescimento físico (ossos, músculos e tecidos).

Enquanto a ciência e a medicina não admitirem que a energia cósmica está presente no corpo humano e não for considerada tão importante quanto seu aspecto estrutural (físico) não conseguem relacionar causa e efeito nos mecanismos de formação e de permanência das doenças e enfermidades. A terapia holística, como medicina, vai ao encontro da natureza e não se antepõe às suas leis, pois sabe da existência de uma força universal, vital e sutil. Atua no GNA (emocional, mental, espiritual e astral) pois, todos as doenças e enfermidades têm sua origem no desequilíbrio energético, que atua no sistema glandular e se somátiza na matéria trazendo as doenças físicas. O processo terapêutico visa retirar os obstáculos da energia vital (bloqueios ou nós energéticos) recolocando em atividade equilibrada todo o sistema glandular que é dual (GNA – DNA) é por isso que a natureza dos sentimentos e a natureza dos distúrbios se correspondem. O GNA traz impresso as leis cármicas (psico) a serem cumpridas pelo DNA (físico).

O GNA (sêde da alma) nos dá a dimensão psico do ser humano: seu caráter, comportamento, afinidades, sexualidade, temperamento, destino, etc. O GNA predispõe o ser humano à sutilização, sua vibração é a porta de acesso da consciência às novas experiências e à vida em planos superiores. O GNA traz ao homem estabilidade, unidade de pensamento e se reconecta (religa) à consciência e essência cósmica, possibilitando o ser humano viver conscientemente em níveis internos, produzindo nova vibração no mundo subjetivo do indivíduo, se projetando de nível em nível, sintonizando todos os átomos do corpo humano com a sua frequência, que é sutil e está unida com a meta das leis e da consciência cósmica. Esse novo código genético capacitará o homem a existir em consonância com o propósito evolutivo planetário e transcender à lei do carma material (seres biologicamente perfeitos). O GNA não se refere a uma substância química específica, mas a um campo eletromagnético que mudará o rumo da humanidade. O GNA não é apenas o conjunto de elementos materiais, mas um vórtice energético que aproxima a expressão do ser à idéia segundo a qual foi gerado. É instrumento das leis cósmicas na condução dos corpos e das consciências; a substituição do atual código genético é considerável avanço para a humanidade terrestre. Este fato, é desconhecido da ciência genética comum e nada tem a ver com suas experiências e realizações.

O novo código genético é implantado no ser humano por consciências suprafísicas, processo que ocorre nos planos internos e se reflete no externo.
Essas elevadas consciências tem conhecimento do destino cósmico do ser e atuam em sintonia com ele.

A Terapia Holística, através de processos específicos de vibração energética, implanta o GNA e o ativa, fazendo o sistema glandular funcionar, criando anticorpos ou defesas, eliminando por conseqüência toda e qualquer dor ou doença, de forma gradativa, e contínua, trazendo bem estar e saúde psico/física.

Todos sabemos (cientistas, médicos e leigos) que o sistema glandular absorve nutrientes, cria e regenera as células, produzem anticorpos (imunidade) para defender o ser vivo de quaisquer doenças, ...porque então não fazê-lo funcionar?...


Valdomiro Comelli

Terapeuta Holístico - CRT 26.689

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