Terapia Holística Vibracional
Uma nova Terapia, de uma nova Era para um novo ser
humano
O
Holismo é uma teoria que vê o homem como um todo indivisível,
impossível de ser explicado como se seus componentes psicofísicos
pudessem existir separadamente. A medicina Holística é,
assim, a antítese do modelo biomédico, mecanicista,
que se concentra no estudo isolado das partes da máquina
humana e dos processos químicos específicos que a fazem
funcionar. A medicina holística aporta padrões dinâmicos
imateriais, cosmovisão que nos permite entender as energias
sutis, regidas por leis cósmicas, da qual todos os seres vivos
fazem parte; portanto, as leis que regem as galáxias, os sistemas
solares e planetas, regem, também os átomos, as células,
glândulas e órgãos do corpo humano e de todos
os seres vivos. Somos um microcosmo dentro de um macrocosmo e pelas
mesmas leis somos regidos.
Energia Cósmica é o elo de ligação (macrocosmo/microcosmo)
que permite o fluxo de energia vital, como uma rede que permeia, molda
e vitaliza o corpo físico, transmitindo os impulsos e as correntes
vitais através do sistema glandular. O ser vivo não
seria capaz de se mover, de se organizar nem agir se não estivesse
permeando por este princípio vital e sutil, que atua sobre
ele de forma contínua. E essa energia que mantém as
coisas em ordem, estabelece a função das formas e as
perpetúa, dando a proporção de cada ser: Humano,
animal, vegetal e mineral.
De todos os seres vivos o corpo físico do homem é o
conjunto mais bem estruturado que se conhece. O ser humano, porém
dentre todos os reinos se destaca pela existência do livre-arbítrio,
condição que lhe permite pensar e agir livremente, ou
faculdade de eleger por si próprio, a ação e
praticar. Por essa faculdade o ser humano se julgou inatingível,
desconheceu as leis cósmicas e se afastou de sua essência;
mergulhou em desatinos contrários às leis organizadoras
e evolutivas gerando às leis cármicas, perdeu o elo
de ligação (macrocosmo/microcosmo) desequilibrou o GNA
(genes energéticos imateriais) disfuncionando os corpos energéticos
(emocional, mental, espiritual e astral) com isso interrompeu o fluxo
da energia vital, fragilizando o sistema glandular que perdeu a capacidade
de criar anticorpos e expondo o organismo às doenças.
No século V, antes de Cristo, Hipócrates (filósofo
grego) já dizia que as raízes da medicina se assentavam
na filosofia da natureza e seu sistema teórico partia de uma
visão holística, que entendia o homem como um ser dotado
de corpo e espírito. Já o modelo biomédico atual
se baseia no paradigma newtoniano/cartesiano do século XVII,
que concebeu o universo como um imenso mecanismo de relógio,
possível de ser compreendido à partir do estudo de suas
partes. Esse paradigma é a base de todos os sistemas conceituais
nos diversos ramos da ciência. Na medicina, a aplicação
do paradigma mecanicista deu ênfase ao estudo isolado de órgãos
e tecidos, consistindo, bàsicamente de que o corpo é
uma máquina, a doença é conseqüência
de uma avaria em alguma de suas peças e a tarefa do médico
é consertá-la. Que pena que seja assim, e que a medicina
científica, apesar das inúmeras teorias e avanços
tecnológicos, ainda ignora as verdadeiras e mais íntimas
causas dos males que afligem o ser humano. Não há o
que contestar.
Temos na medicina atual o especialista em cada área: neurologista,
cardiologista, pneumologista, gastroenterologista, urologista, ortopedista,
ginecologista, oncologista, dermatologista, etc. para citar alguns.
A medicina atual administra sintomas sem o objetivo de curar, transformou
a arte médica (exercício da medicina) de sacerdócio
para profissão, cujo interesse não é curar mas
manter as doenças sob o controle de remédios, o Big
Business. A medicina atual está repleta de paradoxos,
conforme pesquisas, 85% dos exames solicitados pelos médicos
apresentam resultados negativos e 90% dos diagnósticos se resumem
nas siglas NDN (nada digno de nota) ou DNV (distúrbio neurovegetativo)
mesmo assim, a maioria dos pacientes volta para casa com uma receita
de medicamentos, cujo uso pode ser o ponto de partida para doenças
iatrogênicas aquelas que são causadas por tratamentos
médicos inadequados e medicação exagerada.
Para qualquer inflamação, em qualquer parte do sistema,
a medicina recomenda o uso de antibióticos, como o próprio
nome diz contra a vida pois, seu uso desencadeia um
processo de autodestruição, onde o organismo começa
a perder vitalidade; os antibióticos retiram do organismo,
vitaminas, sais minerais e cálcio, indispensáveis à
manutenção da saúde e do crescimento físico
(ossos, músculos e tecidos).
Enquanto a ciência e a medicina não admitirem que a energia
cósmica está presente no corpo humano e não for
considerada tão importante quanto seu aspecto estrutural (físico)
não conseguem relacionar causa e efeito nos mecanismos de formação
e de permanência das doenças e enfermidades. A terapia
holística, como medicina, vai ao encontro da natureza e não
se antepõe às suas leis, pois sabe da existência
de uma força universal, vital e sutil. Atua no GNA (emocional,
mental, espiritual e astral) pois, todos as doenças e enfermidades
têm sua origem no desequilíbrio energético, que
atua no sistema glandular e se somátiza na matéria trazendo
as doenças físicas. O processo terapêutico visa
retirar os obstáculos da energia vital (bloqueios ou nós
energéticos) recolocando em atividade equilibrada todo o sistema
glandular que é dual (GNA DNA) é por isso que
a natureza dos sentimentos e a natureza dos distúrbios se correspondem.
O GNA traz impresso as leis cármicas (psico) a serem cumpridas
pelo DNA (físico).
O GNA (sêde da alma) nos dá a dimensão psico do
ser humano: seu caráter, comportamento, afinidades, sexualidade,
temperamento, destino, etc. O GNA predispõe o ser humano à
sutilização, sua vibração é a porta
de acesso da consciência às novas experiências
e à vida em planos superiores. O GNA traz ao homem estabilidade,
unidade de pensamento e se reconecta (religa) à consciência
e essência cósmica, possibilitando o ser humano viver
conscientemente em níveis internos, produzindo nova vibração
no mundo subjetivo do indivíduo, se projetando de nível
em nível, sintonizando todos os átomos do corpo humano
com a sua frequência, que é sutil e está unida
com a meta das leis e da consciência cósmica. Esse novo
código genético capacitará o homem a existir
em consonância com o propósito evolutivo planetário
e transcender à lei do carma material (seres biologicamente
perfeitos). O GNA não se refere a uma substância química
específica, mas a um campo eletromagnético que mudará
o rumo da humanidade. O GNA não é apenas o conjunto
de elementos materiais, mas um vórtice energético que
aproxima a expressão do ser à idéia segundo a
qual foi gerado. É instrumento das leis cósmicas na
condução dos corpos e das consciências; a substituição
do atual código genético é considerável
avanço para a humanidade terrestre. Este fato, é desconhecido
da ciência genética comum e nada tem a ver com suas experiências
e realizações.
O novo código genético é implantado no ser humano
por consciências suprafísicas, processo que ocorre nos
planos internos e se reflete no externo.
Essas elevadas consciências tem conhecimento do destino cósmico
do ser e atuam em sintonia com ele.
A Terapia Holística, através de processos específicos
de vibração energética, implanta o GNA e o ativa,
fazendo o sistema glandular funcionar, criando anticorpos ou defesas,
eliminando por conseqüência toda e qualquer dor ou doença,
de forma gradativa, e contínua, trazendo bem estar e saúde
psico/física.
Todos sabemos (cientistas, médicos e leigos) que o sistema
glandular absorve nutrientes, cria e regenera as células, produzem
anticorpos (imunidade) para defender o ser vivo de quaisquer doenças,
...porque então não fazê-lo funcionar?...
Valdomiro Comelli
Terapeuta Holístico - CRT 26.689
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